PALMAS PARA O GOVERNO, PORQUE AGORA “VALE O ESCRITO”

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O Governo Federal editou, no último dia 18 de julho, um importante decreto que desburocratiza uma série de procedimentos. Mas a notícia não apareceu ainda na mídia. Ali estão novas regras para autenticação e reconhecimento de firmas em documentos e muitas outras importantes  novidades. O mais inovador deles elimina cópia de um comprovante que esteja na base de outro órgão do governo. Você pode não acreditar, mas assim, prevalece o princípio da BOA FÉ do cidadão. Como exemplo, se um órgão exige o comprovante da última votação que está na base do TSE ou uma certidão de quitação de tributos que está na base da Receita Federal ou ainda cópia da habilitação para dirigir que está na base do Denatran, você não precisa ir a cada repartição e solicitar os documentos. Basta fazer uma declaração de próprio punho no local e entregar, porque vale o escrito. O decreto pode ser visto no http://www.planalto.gov.br/ccivil 03/at02015-2018/2017/Decreto/D9094.htm

 

O DALI DE LÁ

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O pintor surrealista Salvador Dali, que tinha trabalhos também em outras artes como a poesia, o cinema, a escultura e a fotografia, reconhecido pela sua maneira teatral, excêntrica e extravagante de viver, faleceu em janeiro de 1989. Até ai, tudo bem. Viveu, revolucionou e morreu. A novidade, que está nos noticiários do mundo inteiro, é que seu corpo, ao ser exumado 28 anos depois de sua morte estava intacto e seu bigode, a mais forte característica de sua imagem, estava na mesma posição.  Este mesmo fenômeno aconteceu com o pai de minha amiga Cecília. Como teve morte prematura, ela só o conhecia pelas fotos. E quando exumaram o corpo, ele estava intacto, exatamente como faleceu e a emoção de Cecília, como podemos imaginar, foi enorme.

 

 

 

 

O MAPA VERBAL E O MAPA REAL

Blogonoff - Propaganda GDF

Na maioria das vezes em que comparamos o mapa verbal – as promessas de uma campanha de propaganda- com o seu mapa real, – o que realmente se faz – descobrimos uma inconsistência entre ambos. Fala-se muito mais do que se está fazendo (mapa verbal), do que realmente se faz (mapa real). Digo isso porque o Governo do Distrito Federal pode estar exagerando na alta frequência de mensagens publicitárias veiculadas pela TV aqui em Brasília. Mesmo reconhecendo a qualidade dos vídeos, a multiplicidade de temas veiculados é enorme. Se o mapa verbal corresponder realmente ao mapa real, a população estará ganhando muito. Caso contrário, o GDF terá muito o que explicar.

 

UMA TITIQUINHA

Para conseguir manter o déficit público planejado, o governo vai anunciar o aumento do PIS e Cofins para os combustíveis ainda hoje, quinta-feira 20 de julho, o Dia do Amigo, mui amigo, ou amanhã, sexta-feira, dia que antecede ao fim de semana do esquecimento causado pelo churrasco, bebidas e tira gostos, maus gostos. A gente sabe que esse tipo de aumento reverbera em toda a cadeia produtiva trazendo vários outros aumentos. A caixa preta do governo, se aberta, nos diria por que não se aumenta a tributação de quem ganha muito dinheiro nesse País: os bancos. Para eles, pagar esse débito seria bem mais fácil. Seria uma titiquinha.

QUE DOIDICE!

E por falar na Venezuela, recentemente o noticiário internacional trazia a informação de que o ditador da Coreia do Norte ameaçou uma guerra contra os Estados Unidos por ter sido chamado por uma autoridade americana de “gordinho doido”. Nós, aqui no Brasil, mesmo sem chamarmos o presidente da Venezuela Nicolás Maduro de “grandinho doido”, já sofremos uma invasão do povo venezuelano nas cidades fronteiriças para que comprem alimentos, bebidas e até papel higiênico. Que doidice!

NICOLÁS MADURO. MADURO?

A situação na Venezuela está cada dia pior. Acreditem, bem pior que a do Brasil. Se por aqui apesar de “temer” o desgoverno palaciano, a gente ainda se mantém calmos, embora atentos, por lá, as manifestações contra o governo estão nas ruas por quase 90 dias ininterruptos. Isso é uma crença. É amor ao país. Quando um presidente que se diz Maduro maltrata a população ao sustentar sua crise de vaidade, teimosia e burrice pessoal imatura, despedaça o povo e estraçalha o país, é hora de defender a pátria seja a de lá, daqui, ou de qualquer país do mundo. No momento em que o candidato a ditador bolivariano ouvir o clamor popular e deixar o poder, os venezuelanos, que vivem um processo de “desenvolvimento reprimido” assumirão, naturalmente, o compromisso de empurrar o país para um pomar de melhores frutos. A esperança é que, de tão maduro, esse fruto da maldade venezuelana caia da árvore da vaidade, da teimosia e da burrice. E veremos uma Venezuela forte como não se vê desde muitos anos.

MÉDICOS COM FRONTEIRA

Uma das mais respeitadas instituições entre as que administram programas sociais, a Médicos Sem Fronteiras, de atuação em vários países do mundo, tem nas redes sociais e na TV a cabo, uma campanha publicitária com dois aspectos relevantes, sendo um positivo e outro negativo. De positivo, a trilha do filme, realmente muito boa. De negativo, o descuido de usar crianças, jovens e adultos em sofrimento sendo todos negros. O fato até poderia se justificar se houvesse, ali, um insert dizendo, por exemplo, “filmado na África”. Sem isso, vira uma imagem racista, mais apropriada para uma entidade como Médicos Com Fronteira.

VIVE LA FRANCE

Hoje é dia de lembrar a França, mas sem esquecer o Brasil. Não lembrar os atentados terroristas de lá que teimam em amputar algumas de suas riquezas culturais ou nos intimidam a não as visitar. Ou não lembrar os black blocs de cá que teimam em bagunçar as manifestações tão justas. Não lembrar o novo governo de lá, mesmo que prometendo ser inovador e gerador de riquezas ou o governo de cá que teima em manter rituais arcaicos que tanto prejudicam nosso pobre país.

Hoje é dia de lembrar que a Queda da Bastilha foi consequência de um Estado injusto, como o nosso, que isentava o clero e a nobreza do pagamento de impostos para cobrá-lo do povo, coitado, que mesmo representando 98% da população, era o único que pagava impostos, como acontece entre nós.  Hoje é dia de lembrar que um ano antes do 14 de julho de 1789, uma grande seca elevou o preço dos alimentos por lá e gerou uma fome em larga escala. No desespero, e sem ter o Bolsa Família, o Rei Luís XVI resolveu, provavelmente na calada da noite, reunir seu órgão consultivo – que não se reunia há mais de 150 anos – composto por membros do clero, da nobreza e do povo para discutir a difícil situação, igualzinho ao nosso Congresso Nacional, onde estão muitos nobres e pouco povo.

Para encurtar a história, o rei proclamou a Assembleia Nacional Constituinte, mas secretamente, convocou o exército para dissolvê-la, assim como acontece aqui onde o exército é representado pela Câmara dos Deputados que dissolve tudo que não interessa ao nosso rei. A notícia se espalhou rapidamente pela cidade de Paris, mesmo sem ter por lá a Folha de São Paulo, TV Globo ou Revista Época, causando a revolta da maioria da população. Por lá, nas primeiras horas deste dia 14 de julho, uma multidão invadiu os arsenais do governo e pegou mais de 30.000 mosquetes indo em direção à antiga fortaleza da Bastilha que funcionava apenas como depósito de armas e guardava uns poucos inimigos do rei, assim como os nossos presídios funcionam como depósito de armas de bandidos.

E veio a Revolução Francesa, que é hoje lembrada por lá, enquanto nós, por aqui, continuamos a esperar por dias melhores sem sequer poder tomar um bom vinho francês e comemorar com nos amis français a sua importante data. Mas na expectativa, quem sabe, de podermos comemorar nosso 7 de setembro de uma maneira mais otimista.

Zé de Brasília.

VIVE LE FRANCE

bastilhaHoje é dia de lembrar a França, mas sem esquecer o Brasil. Não lembrar os atentados terroristas de lá que teimam em amputar algumas de suas riquezas culturais ou nos intimidam a não as visitar. Ou não lembrar os black blocs de cá que teimam em bagunçar as manifestações tão justas. Não lembrar o novo governo de lá, mesmo que prometendo ser inovador e gerador de riquezas ou o governo de cá que teima em manter rituais arcaicos que tanto prejudicam nosso pobre país.

Hoje é dia de lembrar que a Queda da Bastilha foi consequência de um Estado injusto, como o nosso, que isentava o clero e a nobreza do pagamento de impostos para cobrá-lo do povo, coitado, que mesmo representando 98% da população, era o único que pagava impostos, como acontece entre nós.  Hoje é dia de lembrar que um ano antes do 14 de julho de 1789, uma grande seca elevou o preço dos alimentos por lá e gerou uma fome em larga escala. No desespero, e sem ter o Bolsa Família, o Rei Luís XVI resolveu, provavelmente na calada da noite, reunir seu órgão consultivo – que não se reunia há mais de 150 anos – composto por membros do clero, da nobreza e do povo para discutir a difícil situação, igualzinho ao nosso Congresso Nacional, onde estão muitos nobres e pouco povo.

Para encurtar a história, o rei proclamou a Assembleia Nacional Constituinte, mas secretamente, convocou o exército para dissolvê-la, assim como acontece aqui onde o exército é representado pela Câmara dos Deputados que dissolve tudo que não interessa ao nosso rei. A notícia se espalhou rapidamente pela cidade de Paris, mesmo sem ter por lá a Folha de São Paulo, TV Globo ou Revista Época, causando a revolta da maioria da população. Por lá, nas primeiras horas deste dia 14 de julho, uma multidão invadiu os arsenais do governo e pegou mais de 30.000 mosquetes indo em direção à antiga fortaleza da Bastilha que funcionava apenas como depósito de armas e guardava uns poucos inimigos do rei, assim como os nossos presídios funcionam como depósito de armas de bandidos.

E veio a Revolução Francesa, que é hoje lembrada por lá, enquanto nós, por aqui, continuamos a esperar por dias melhores sem sequer poder tomar um bom vinho francês e comemorar com nos amis français a sua importante data. Mas na expectativa, quem sabe, de podermos comemorar nosso 7 de setembro de uma maneira mais otimista.

 Zé de Brasília.