ÉTICA

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Há alguns anos passados, num jogo de futebol entre a Dinamarca e o Irã, quase ao final do jogo, um atleta Iraniano confundiu um apito da torcida com o do juiz e pegou a bola com a mão na sua grande área. E o juiz marcou pênalti. A Dinamarca perdia de 1x 0 e seria ali a sua chance de empatar o jogo. O jogador Morten Hieghorst, entendendo a situação e após consultar o treinador da Dinamarca Holsen, chutou propositadamente a bola para fora e a Dinamarca perdeu por 1×0. Por esse gesto a gente começa a entender porque a Dinamarca é o país com menor corrupção no mundo. Isso dá uma inveja danada, né?

AFINAL, ONDE ESTAVAM VCS ????

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O texto é assinado com o pseudônimo ‘Bia’, e o jornalista William Waack publicou em seu Facebook afirmando: “Não conheço a autora, mas ela disse tudo que penso sobre o assunto”. Eu penso exatamente igual e, por isso, republico neste meu blog.

RESISTÊNCIA

“Tô vendo essa onda de Resistência … Que nojo da cara de pau desse povo! Rio de Janeiro entregue ao tráfico e às milícias e agora resolveram ter medo? Nordeste e São Paulo tomados pelo PCC, matando pai de família e estão apavorados agora? Rio Grande do Sul quebrado, sem dinheiro pra pagar funcionários e vocês estavam resistindo aonde? Nos apês de frente pro mar? Nos Estados Unidos? Ou na Europa? Onde a resistência estava quando 108 policiais foram enterrados só no estado do RJ? Onde se entrincheirava a resistência quando mães são assassinadas na frente da família, com uma faca no peito, porque se assustaram com bandido? Onde estava a resistência quando pais de família foram mortos com tiro de fuzil só porque demoraram a tirar o cinto de segurança? Onde a resistência se escondia quando maridos tem que enterrar suas esposas porque foram mortas por não terem dinheiro para dar ao bandido? Onde estava essa mesma resistência de bosta, quando uma menina de 9 anos, que brincava na rua, foi brutalmente assassinada? Vocês não estão preocupados com porcaria nenhuma! Há anos nossa liberdade foi cerceada e brancos, negros, mulheres, gays, travestis e índios morrem e vocês ai calados…Coniventes! Aiiiínnnnn o Coiso vai tirar a nossa democracia … Aiiínnnnn vai matar negros e LGBTs… Aiiiiínnnnnn vai liberar armas e o país vai virar uma carnificina … Vocês ainda não perceberam que vagabundo tá assaltando barzinho de AK-47? Em que mundo vocês vivem que bandido tá assaltando shopping de AR-15? Já fizeram a conta do número de mortos nos hospitais por falta de médicos, equipamentos e remédios? Onde essa resistência de merda estava quando os corruptos saquearam o Brasil e botaram cidades inteiras na miséria? Talvez vocês estivessem em Nova York, Roma, Berlim, Lisboa ou Paris … Comunas e socialistas de bosta! Por que não estão na Venezuela ou em Cuba? 13 milhões de desempregados e vocês estavam protestando aonde? 64 mil mortes violentas e vocês fizeram o quê? 19 mil empresas fechadas em 2 anos e vocês protestaram? Claro que não! Porque vocês não se importam! Deixem de ser hipócritas e fingirem que não enxergavam o que acontece há muito tempo no Brasil! Vocês queriam é que todo esse terrorismo continuasse, em nome da ‘Democracia’ que apregoam da boca pra fora, postando loucuras de seus I-Phones enquanto comem caviar na Vieira Souto! Que Democracia é essa? Seus merdas!”.

 

 

 

UM ERRO E TRÊS ACERTOS

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Meu amigo Luiz Otavio Cavalcanti escreveu este artigo, hoje, em seu face, novamente usando seu imenso conhecimento sobre política, sobre gestão pública e como executivo que passou por um jornal de expressão. O artigo é maravilhoso, e por isso, me permiti republicá-lo aqui, mesmo achando que ele foi benevolente com a Folha de São Paulo. No meu entender, a Folha e a TV Globo fizeram militância política ao invés de jornalismo durante as eleições, sendo parciais em seus comentários. Mas os três acertos apontados pelo Luiz Otavio são, realmente, muito oportunos. Vejam o que ele escreveu:

Começou. Quem pensa que um governo começa na data constitucional, está enganado. Governo começa antes. Na sua formação. E a formação do time do governo dá pistas sobre o futuro. Por exemplo. O presidente eleito, Jair Bolsonaro, está compondo sua equipe sem consultar nem Partidos nem chefes políticos. Até a gestão Dilma Rousseff, o governo era praticamente refém das oligarquias congressuais. Só se convidava alguém, depois de conversar com Sarney, Lula ou Ciro Nogueira. E mais: o ministro indicado pelo Partido, recebia o ministério de porteira fechada. Ou seja, nomeava quem queria para os postos intermediários.
A paisagem mudou. O presidente Bolsonaro garantiu sua eleição sem apoio significativo de nenhum grande Partido. Sem grande investimento financeiro. Utilizando apenas dois recursos pessoais: o discurso peculiar de direita, defendendo o combate aberto contra a violência. E potente rede de comunicação nas mídias sociais, que alcança cerca de 14 milhões de seguidores. Quer dizer, livre de pressões para nomear quem quer que seja. Na prática, tem tudo para compor o ministério a seu gosto. Uma liberdade que lhe traz responsabilidade total pelo êxito ou fracasso da gestão. Até agora, setenta e duas horas após eleger-se, o presidente, a meu ver, cometeu um erro. E três acertos.
O erro foi a briga comprada com a Folha de São Paulo. Dizendo que não vai destinar verba publicitária para o jornal. Está errado. A imprensa é pilar da democracia. E imprensa não existe para elogiar governo. Existe para apontar os equívocos do administrador. Aliás, o melhor auxiliar de qualquer governo é a imprensa. Porque o governante fica sabendo das coisas. Para corrigir. Fui gestor público durante mais de vinte anos. E fui diretor superintendente do Diário de Pernambuco sete anos. Conheço os dois lados do campo. E posso assegurar que uma imprensa vigilante beneficia o regime democrático. Funciona como espécie de fiadora da liberdade. Os acertos do presidente eleito foram:
1) A abertura comercial que contribui para reduzir os imensos incentivos fiscais ao setor industrial. A indústria brasileira apresenta baixa produtividade porque vive à base de estímulos oficiais. Por isso, é pouco competitiva. O anúncio do novo ministro da Fazenda de que vai avaliar para diminuir os intermináveis incentivos à indústria premia os competentes. E preserva o Tesouro.
2) O convite ao juiz Sérgio Moro para exercer o cargo de ministro da Justiça. Ora, o grande temor que a maior parte da população tinha, em relação à Lava Jato, era sua fragilização. Porque mais de uma centena de parlamentares estão indiciados em processos da operação. E outros poderosos estão dependendo da autonomia que os responsáveis pela operação tenham ou não tenham para continuar impunes.
Deu-se o que só o presidente eleito sabia: convidar Moro para o governo. E, assim, fortalecer a Lava Jato.
3) A transferência do ensino superior para o ministério da Ciência e Tecnologia. O ministério da Educação deve focar o ensino básico. O nó da educação brasileira está no ensino fundamental e no médio. A baixa qualidade do aprendizado. A evasão escolar. O mais de 1 milhão e meio de jovens brasileiros, entre 15 e 21 anos, que não estudam nem trabalham. Este deve ser o foco do MEC. Preparando os alunos para o mercado de trabalho. Ensino superior é espaço vinculado à pesquisa e à ciência. E seu nicho institucional é o ministério a elas dedicado.

A ENERGIA VITAL DAS GAYS

Drag queens com superpoderes defendem o mundo gay em série da Netflix

A NETFLIX, que me parecia ser uma marca de respeito vai permitir, a partir de 9/11, que se exiba em sua tela uma série em desenho animado chamado SUPER DRAGS, que são Drag queens com superpoderes para defender o mundo gay.  A série, voltada para o público jovem, defende “a energia vital das gays”. O projeto pode ser comparado, nos seus objetivos, ao kit gay, que foi pauta forte durante as eleições. É preocupante o mau gosto do projeto. Será que não se consegue fazer nada mais sério entre esses supostos “artistas”? Aí, se o novo presidente usar de sua autoridade e abortar tamanho absurdo, vão chamá-lo de ditador.

NADA É PARA SEMPRE!

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Lá por 2007 eu ouvi esta frase e nunca me esqueci dela. Hoje, com a vitória de Jair Bolsonaro à Presidência da República, ela continua emblemática. Uma campanha popular, sem dinheiro, sem contrapartidas financeiras, pouquíssimos segundos no horário gratuito, vídeos feitos em um estúdio improvisado, um atentado que prejudicou sua saúde, boa parte da mídia contrária ao seu nome – destaca-se a vergonhosa edição do Jornal Nacional da TV Globo de ontem, véspera da eleição – tudo isso contra campanhas caríssimas e, mesmo assim, o partido de Bolsonaro saltou de 8 para 52 deputados, ganhou declaração de voto de 15 governadores e votos de mais de 55 milhões de brasileiros que votaram na esperança de dias melhores. É hora dos políticos e seus partidos entenderem que não se admite mais a corrupção, o roubo e as mentiras entre nós. É hora, principalmente, do Lula e sua soberba entender que “nada é para sempre”. Grandes figurões da política foram banidos pelo voto como resposta às suas gestões irresponsáveis e corruptas. Isso mostra que o desgoverno dos últimos anos e a corrupção instalada no Brasil há 16 anos estão encerrados. Porque NADA É PARA SEMPRE. 

PROMESSAS DE CAMPANHA.

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Nesta ante-véspera das eleições, com a pesquisa dando ainda uma boa vantagem ao candidato Jair Bolsonaro, vale a pena anotar algumas de suas promessas de campanha para que possamos cobrar mais adiante. Como todo candidato, o plano de governo está repleto de coisas boas como “abrir a caixa preta do BNDES, Petrobrás e Caixa; menos corrupção; diminuir o número de ministérios e colocar técnicos como titulares;  reduzir impostos; mais segurança; escolas sem partido; menos estatais inúteis e deficitárias; MST criminalizado como movimento terrorista; desaparelhamento do PT; valorização dos professores e dos policiais; mais escolas e menos violência; mais liberdade de ir e vir e mais liberdade de imprensa; resgate da unidade nacional; maioridade penal aos 16 anos; direito à posse de arma ( e não ao porte de arma) para proteger a nós e nossas famílias se nossa casa for invadida.” O programa é correto, mas precisa se transformar em fatos reais. Além da Justiça Eleitoral , caberá a cada um de nós, eleitor ou não de Bolsonaro, acompanhar o cumprimento dessas promessas de campanha.

CABALA: LUZ OU TREVAS

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Depois de ter votado no Collor, fato que me envergonha até hoje, fiquei alerta com celebridades que têm letra dobrada no nome. Seria coincidência ou há alguma relação entre a letra dobrada e o carater das pesssoas? Estudiosos da Cabala, estudo antigo sobre o significado dos números, datas, letras e nomes, dizem que não. Collor talvez seja o melhor exemplo de que a letra dobrada leva às trevas, uma energia para o mal. Eita, e o Haddad?

É 8 OU 80?

TEMPESTADE EM COPO D’ÁGUA.

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O candidato Jair Bolsonaro nem precisava de inimigos. Seus aliados e até o filho Eduardo só não acabam com seus votos porque são muitos, mas podem acabar com a sua saúde. A declaração de Eduardo sobre o STF, além de infeliz, parece coisa de menino buchudo -como diz o nordestino – mas já com idade de ter gestos mais responsáveis.

Imagem: cartamaior.combr

DOIS PESOS, DUAS MEDIDAS.

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Por outro lado, a fanfarra que se fez sobre o assunto na internet, na imprensa e até entre os próprios ministros do STF é inoportuna, uma : vez que coisas bem piores já foram ditas publicamente pela imprensa, por blogs  e até por outros políticos sobre aquele Tribunal, sem qualquer repercussão ou repreensão, talvez pelo fato de que nenhum deles tinha o sobrenome do candidato. Vejam só:

Imagem: scoopnest.com                                     “TEM QUE FECHAR O STF!” – Deputado                                                                                            Wadih Damous, do PT;

“TEM QUE TIRAR TODOS OS PODERES                                                                                              DO STF!” – Zé Dirceu, do PT, condenado;

“TEMOS UMA SUPREMA CORTE                                                                                                       ACOVARDADA” – Lula, condenado e preso.

Como está cada dia mais difícil enganar o povo, este fato pode afastar ainda mais aquele Tribunal da sociedade.

“APENAS UMA PERCEPÇÃO”

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Meu amigo, o jornalista Ângelo Castelo Branco deixou hoje, no seu facebook, o que ele chama de “Apenas uma percepção”, um texto absolutamente racional que retrata muito bem as eleições para presidente no Brasil. Ele pede perdão pelo comentário – mas eu afirmo que ele estaria pecando se não o publicasse. Segundo o Ângelo, “o povo não está votando nem na direita nem na esquerda. O povo está votando no desconhecido, na esperança de poder modificar o sistema político falido e contaminado por pessoas e por Partidos ineficientes que nos levaram à depressão econômica e social. 16 anos de PT e MDB estão perdidos”. E diz mais: “Me parece que o voto de agora é de protesto e o Bolsonaro, podia ser outro em seu lugar, personifica o desconhecido que eventualmente possa conter escândalos e estancar os desvios do dinheiro do contribuinte.” E esse raciocínio é a mais pura realidade.  Ângelo afirma ainda que “O povo estaria em busca de gestores desvinculados de partidos antigos e dispostos a nomear gestores honestos, experientes e competentes para as funções públicas. O PT errou feio ao aparelhar ideologicamente as repartições do governo, provocando a repulsa de grande parte da população que discorda da estrela vermelha como senha de acesso aos cargos e aos cofres públicos.” E encerra afirmando que “É apenas uma percepção.”.

Esta deveria ser a percepção de todos que ainda conseguem pensar um Brasil melhor para todos nós. Tenho dito aos amigos que quem vai derrotar o Haddad, não é seu adversário, mas o próprio PT. Muitos votos dos brasileiros não são para o Bolsonaro, são votos do desespero, para uma pontinha de esperança que ainda existe entre nós.