O FUTEBOL E A POLÍTICA

Estadio de futebol

Na foto, o estádio do Internacional de Porto Alegre, onde predomina, também, a cor vermelha

Após nova derrota em seu próprio campo, a Ilha do Urubu, o Flamengo resolve dar cartão vermelho ao seu técnico Zé Ricardo. Simples assim. A diretoria se reúne, toma a decisão de demitir, contrata outro técnico, e a crise está rapidamente resolvida. Na política, entretanto, não é assim. O Presidente da República faz um monte de besteira, provoca  derrotas à população, substitui seus “atletas” de acordo com seus interesses e a valores altíssimos, envolve-se em fatos pelo menos estranhos e se mantém no cargo sob os olhos estupefactos de todos nós, que torcemos pelas vitórias do nosso País. Alguma coisa está errada. Como somos presumivelmente educados, não acho que deveríamos clamar em uníssono, o termo com que as torcidas dos estádios saúdam as senhoras mães dos juízes que o desagradam, mas acho que falta à todos nós, brasileiros, fazer com o Presidente, o mesmo que a torcida faz nos campos de futebol, quando estão insatisfeitos com seu técnico e querem a sua saída, como foi feito com o do Flamengo nesse fim de semana, chamando-o, em uníssono, de burro. Se é por falta de grito, vamos todos saudar o Presidente da República, gritando: BURRO! BURRO! BURRO! BURRO! BURRO! BURRO!

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