VAMOS VIVER MAIS?

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Enquanto não chega o próximo feriadão, voltamos ao nosso dia-a-dia de loucura com o trabalho, o stress do trânsito, comer rapidinho para as demandas da tarde, e voltar esgotados para casa à noite,  Aí eu me lembrei de um assunto publicado na internet e que me inspirou a escrever este artigo. Falava que houve um grande movimento na Europa chamado de Slow Food, em contraponto ao Fast Food que a gente conhece tão bem. O movimento tinha como objetivo fazer com que as pessoas comessem e bebessem devagar, saboreando os alimentos, preferencialmente no convívio com a família, com amigos, sem pressa e aumentando a qualidade de vida. Quem já o pratica por aqui, sabe do que estou falando. Esse movimento evoluiu para algo mais amplo chamado Slow Europe e o assunto chegou a ser destaque da Business Week com um forte questionamento sobre a pressa gerada pela globalização. Segundo a revista, os trabalhadores franceses trabalham menos horas que a gente (35 horas por semana) e são mais produtivos. Os alemães trabalham ainda menos (29 horas semanais em algumas empresas) e tiveram sua produtividade aumentada em 20%. Essa slow atitude chamou a atenção do mundo, especialmente dos americanos, seguidores do Fast e do Do it now. Trabalhar menos horas não significa fazer menos ou produzir menos, mas pode significar fazer tudo com mais qualidade e produtividade, com mais perfeição e, especialmente com menos stress. E usar o tempo restante para aproveitar a convivência com a família, com os amigos, com o lazer. Trata-se de retomar os valores essenciais do ser humano, os pequenos prazeres do cotidiano, da simplicidade de viver e conviver. Entrar nesse movimento é estar num ambiente de trabalho mais alegre, mais “leve” e, portanto, mais produtivo, na certeza de que os seres humanos, felizes, trabalham melhor e com mais prazer. Será que a gente não deveria pensar desta forma? Eu sei que os aspectos culturais têm forte influência no comportamento profissional, mas nos dias de hoje as pessoas estão mais conscientes de que precisam mudar. São tantos os exemplos. Participar de programas sérios de “qualidade sem-pressa” pode aumentar a produtividade, e a qualidade de vida. Vamos viver mais?

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