O BRASILEIRO É CÚMPLICE

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O texto é de Henrique Martins que nos permitimos republicar aqui para que façamos uma reflexão sobre o assunto e saber se é esse, realmente, o país que queremos. Ele diz:

O Brasil é o país onde um criminoso condenado em duas instâncias pela Justiça a 12 anos de cadeia lidera a corrida presidencial com 35% das intenções de votos.

O Rio de Janeiro é o estado onde crianças foram baleadas dentro do útero da mãe, onde crianças foram baleadas na sala de casa, assistindo TV, onde 688 tiroteios foram registrados em um único mês e, após decretada Intervenção Federal, surgiram milhares de “especialistas em segurança pública” dizendo que a medida é dura demais, é extrema, é ineficaz, etc. Todos esses “especialistas” hibernavam quando esses horrores aconteciam.

O Brasil é o país onde a Ordem dos Advogados, a Defensoria Pública e os Direitos Humanos se preocupam mais em libertar mães presidiárias do que prestar auxílio às mães das vítimas daqueles que estão nas prisões.

O Brasil é o país onde a morte de um pivete gera mais mídia e repercussão do que a morte de 134 policiais em um único ano no Estado do Rio de Janeiro. Aliás, alguém consegue lembrar o nome de um único PM morto?

O Brasil é o país onde 2.000 pessoas saquearam uma carreta carregada com carne que tombou em uma rodovia, antes mesmo que o motorista gravemente ferido fosse socorrido.

O Brasil é o país onde a população acha normal comprar um Iphone por 100 reais, usado e fora da caixa, em barracas de ambulantes, mesmo sabendo que aquele produto só pode ter sido fruto de roubo.

O Brasil é o país onde artistas e cantores fazem passeatas e cara de choro pedindo paz nas favelas, mas por trás das câmeras se fartam do pó fornecido pelo traficante que aterroriza a favela.

O Brasil é o país onde escolas de samba financiadas pelo dinheiro do tráfico, do crime organizado e das milícias, fazem desfiles dando lição de moral contra a corrupção, e os imbecis aplaudem só porque uma delas fantasiou o presidente vestido como vampiro corrupto.

O Brasil é o país onde apenas 8% dos homicídios são solucionados e 92% ficam impunes, mas a grande pauta do Supremo Tribunal Federal é impedir a prisão de condenados em segunda instância, porque, afinal, somos um país onde se pune muito os bandidos. Nada a ver com a tentativa de livrar um ex-presidente da cadeia, imaginem…

O Brasil é o país onde toda semana a mídia martela na sua cabeça que a Polícia é malvada, que as cadeias são muito lotadas, que a Justiça prende demais, que cadeia não é solução, ao mesmo tempo em que desempregados são assaltados de madrugada em filas para distribuição de cestas básicas e o crime organizado possui armas de guerra que nem o exército utiliza.

O brasileiro não é vítima da criminalidade, o brasileiro é, também, CÚMPLICE.

 

A INFLUÊNCIA DO FACEBOOK

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A notícia vem do jornalista Amol Rajan, da BBC e estamos reproduzindo parte dela neste blogonoff. Ele diz que “O Facebook é uma das propostas comerciais mais bem-sucedidas na história dos negócios. Sua capitalização de mercado está hoje em mais de meio trilhão de dólares. As ações são seis vezes mais rentáveis atualmente do que há cinco anos. O retrato geral é de crescimento e prosperidade, como o editor de mercado de capitais do Financial Times, Miles Johnson, escreveu esta semana: “A rede social… está aumentando seus lucros em mais de 50% por trimestre e os ganhos por ação em mais de 70%, fazendo com que sua rentabilidade e crescimento estejam a anos-luz da média de uma empresa nos Estados Unidos”. Mas a imagem que se tem a médio e longo prazo da companhia é muito diferente. O Facebook está acumulando inimigos e desafios a tal velocidade que seus horizontes ficaram, de repente, nublados. A empresa tem enfrentado turbulências na relação com anunciantes poderosos, como a Unilever, e com a mídia. Neste último caso, decorrentes de sua decisão de diminuir a visibilidade do jornalismo profissional nas páginas dos usuários para privilegiar outros tipos de interação – a medida levou, por exemplo, o jornal brasileiro Folha de S.Paulo a anunciar que iria parar de atualizar suas páginas na rede. “As desvantagens em utilizar o Facebook como um caminho para essa distribuição (de conteúdo) ficaram mais evidentes após a decisão da rede social de diminuir a visibilidade do jornalismo profissional nas páginas de seus usuários. O algoritmo da rede passou a privilegiar conteúdos de interação pessoal, em detrimento dos distribuídos por empresas, como as que produzem jornalismo profissional”, escreveu a Folha em texto em que anuncia a decisão. Pode parecer loucura, ou contradição, argumentar que o poder do Facebook está diminuindo. Mas aqui há oito razões para pensar que, em termos de influência, se não riqueza, a rede social certamente já alcançou seu ponto máximo. São eles: 1. Usuários em queda; 2. Menos engajamento; 3. Turbulências com anunciantes; 4. Desinformação e notícias falsas; 5. Ataques de seus ex-executivos; 6. Regulações mais duras; 7. Regulação de proteção de dados e 8. Antagonismo com a indústria de notícias

Além de tudo isso, existem outras preocupações para o Facebook: a possibilidade de estar atingindo o limite de sua capacidade de crescimento no mundo de língua inglesa; se a sua plataforma móvel está equipada bem o bastante para aproveitar a próxima duplicação da população da internet; se os gigantes tecnológicos chineses vão vencê-lo nos mercados em crescimento da África; e se a cultura da empresa é saudável o suficiente para suportar todas essas pressões. Mas essas são ameaças futuras ou emergentes – as citadas anteriormente já estão tendo um impacto muito sério na empresa agora. Sem querer fazer deste texto um passeio pela cidade das ressalvas, convém lembrar que o Facebook é uma das empresas mais inovadoras de toda a história, que acumulou uma riqueza impressionante por meio de um imenso trabalho duro e que oferece um serviço agradável e gratuito (se você descontar que paga com seus dados pessoais). No entanto, ganham força as suspeitas de que Mark Zuckerberg e sua equipe desencadearam algo que não podem controlar. E que, depois de um crescimento vertiginoso de 14 anos, sua influência em nosso domínio público global pode ter atingido o auge.”

*Com informações adicionais da BBC Brasil.

 

A GENTE SE LIGA EM VOCÊ?

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Pode ser um tiro no pé a campanha onde a Rede Globo sugere a produção de vídeos mostrando o Brasil que queremos no futuro. Já estão aparecendo, nas redes sociais, críticas bem pertinentes à campanha alegando que uma das coisas importantes que deve acontecer para melhorar o Brasil é a própria Rede Globo olhar com mais seriedade e responsabilidade a sua programação onde se exibe em profusão cenas de sexo, de corrupção e de violência em horários não recomendados. Essa ameaça é uma variável, em marketing, que deveria ter sido levantada na análise SWOT do projeto. Assim como está, o slogan não deveria ser uma afirmação, mas uma pergunta:   a gente se liga em você?

FORAM-SE AS FANTASIAS!

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Esta caricatura que está no @Sinfronio1 expressa muito bem esta quarta-feira de cinzas. Foram-se as fantasias. Os adereços são jogados no lixo. Algumas boas lembranças ficarão para sempre, enquanto outras, menos agradáveis, se diluirão entre as novas boas lembranças que a vida nos oferece. A hora é de enfrentar a realidade dos fatos da nossa  vida pessoal e profissional, da política, da economia, da segurança, da saúde, da educação, neste ano em que ganhamos a chance de mudar tudo, através das eleições neste país maravilhoso e tão maltratado que temos a obrigação de cuidar. Hoje, 4. feira de cinzas, é um bom momento de reflexão. Hoje, 4a. feira de cinzas, é o primeiro dia da Quaresma no calendário Cristão ocidental. Os Cristãos Católicos recebem as cinzas no formato de uma cruz na testa, um símbolo que chama para a reflexão, para o dever da conversão e da mudança de vida, relembrando a passageira, transitória e efêmera fragilidade da vida humana, sujeita à morte. Pense nisso!

VAI COMEÇAR A LOUCURA (folia, em francês)

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O termo “carnaval” ´era uma homenagem ao Deus Saturno. Na Roma Antiga havia uma festa chamada “Saturnais”. As escolas ficavam fechadas, os escravos eram soltos e as pessoas saíam às ruas para dançar. Os carros, que eram chamados de “carrum navalis” por serem parecidos com os navios, desfilavam com homens e mulheres à “bordo”. A Igreja Católica era contra o Carnaval e somente no ano de 590, decidiu aceitar, mas desde que o dia seguinte (quarta-feira de cinzas) fosse dedicado ao arrependimento dos pecados. De lá para cá, o Carnaval foi sofrendo transformações. Na Idade Média, era comum fazer-se sátiras aos poderosos. Os foliões se protegiam com a desculpa de que a festa os deixava loucos (“folia”, em francês, significa loucura). O Carnaval Brasileiro é descendente do “Entrudo” português. E a farra era com os foliões se armando de baldes e latas cheias de água. E todos acabavam molhados. Até Dom Pedro II se divertia jogando água nos nobres. Em 1855 houve o primeiro desfile de Carnaval. Uma comissão de intelectuais formou um bloco chamado “Congresso das Sumidades Carnavalescas”. Os participantes foram até o palácio de São Cristóvão pedir para que a família real assistisse ao desfile. Dom Pedro II aceitou o convite. A polícia do Rio de Janeiro autorizou o desfile de blocos pelas ruas em 1889. A primeira escola de samba foi criada no dia 12 de agosto de 1928, no Rio de Janeiro, e chamava-se “Deixa Falar”, hoje Estácio de Sá.  A partir daí o carnaval de rua começou a ganhar um novo formato. No Rio de Janeiro e São Paulo, começaram a surgir novas escolas de samba. A Região Nordeste permaneceu com as tradições originais do carnaval de rua como, por exemplo, Recife. Já na Bahia, o carnaval de rua conta com a participação dos trios elétricos, embalados por músicas dançantes, em especial pelo axé.

 

Assine a petição.

27072635_607421312939091_6125115615160401303_nOU NOS MOBILIZAMOS OU PAGAREMOS A CONTA MAIS UMA VEZ

A verba indenizatória é uma VERGONHA, um escândalo antigo que assola nossa capital e todo o Brasil. A Câmara Legislativa do DF pagou de verba indenizatória em 2017 mais de R$ 3.000.000,00. Agora eu te pergunto: qual a produção dos nobres deputados? É muito investimento para pouco retorno. Uma boa parcela dos nossos distritais gasta praticamente o teto da verba indenizatória, R$ 25 mil reais por mês. Não mencionaremos as fraudes que existem, escárnio atrás de escárnio. Vamos acabar com essa farra, com essa excrescência que já deveria ter sido extinta.

Levantamento divulgado pela organização Transparência Brasil aponta que nosso deputados distritais são uns dos mais caros do país. Muitos privilégios, como a verba indenizatória, figura uma das mais caras Câmara Legislativa do Brasil. E quem paga tudo isso? NÓS, cidadãos.

Diante disso, convidamos você a assinar essa petição pedindo o FIM da verba indenizatória na Câmara Legislativa do DF e de outros privilégios. O Projeto de Resolução apresentado no dia 01 de fevereiro é de autoria do Deputado Joe Valle e teve apoio dos membros da mesa diretora. CHEGA, estamos fartos e cansados de tantos absurdos promovidos pela Casa do Espanto. Vamos assinar e pressionar todos os nobres deputados.

Assine, compartilhe com seus amigos e família!

BUNDA: PRODUTO DE EXPORTAÇÃO

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Não. Não é brincadeira. A notícia que acaba de ser divulgada e que já está selecionada entre as mais absurdas deste país dos absurdos, é que a cantora Anitta fará uma palestra na Universidade de Harvard. Pode até não ser o fim do mundo, mas estamos bem perto disso. O Brasil vai mostrar, em Harvard, seu principal produto de exportação: a bunda. É  obvio que a cantora tem uma ótima assessoria de imprensa. Ou será que tem algo mais por trás do sucesso de um produto tão mais ou menos? Tomara que  trate de outra fake news. Ainda vamos morrer de vergonha!

A TEORIA DAS JANELAS QUEBRADAS

Tirei da internet esse assunto já há alguns anos. Expus nas minhas palestras e nas faculdades onde lecionava, e agora trago até vocês, leitores desse blogonoff, pelo seu conteúdo científico e que tem tudo a ver com o Brasil de hoje e, especialmente com o que está ocorrendo com a cidade do Rio de Janeiro. Mesmo considerando o texto longo, convido-os a ler e meditar sobre seu conteúdo.

A Teoria das Janelas Quebradas foi criada por James Q. Wilson e George Kelling e desenvolvida na escola de Chicago. Ela afirma que se uma janela de um edifício for quebrada e não for reparada, a tendência é que vândalos passem a arremessar pedras nas outras janelas. A experiência, da área de psicologia social, foi realizada pela Universidade de Stanford (EUA), Foram deixadas duas viaturas idênticas, da mesma marca, modelo e cor abandonadas na via pública. Uma no Bronx, zona pobre e conflituosa de Nova York e a outra em Palo Alto, uma zona rica e tranquila da Califórnia. Duas viaturas idênticas abandonadas, dois bairros com populações muito diferentes e uma equipe de especialistas em psicologia social estudando as reações das pessoas em cada local. A viatura abandonada em Bronx começou a ser vandalizada em poucas horas. Perdeu as rodas, o motor, os espelhos, o rádio, etc. Levaram tudo o que fosse aproveitável e aquilo que não puderam levar, destruíram. Contrariamente, a viatura abandonada em Palo Alto manteve-se intacta.

Mas a experiência não terminou aí. Quando a viatura abandonada em Bronx já estava desfeita e a de Palo Alto estava há uma semana impecável, os pesquisadores quebraram um vidro do automóvel de Palo Alto. O resultado foi que se desencadeou o mesmo processo que o de Bronx, e o roubo, a violência e o vandalismo reduziram o veículo ao mesmo estado que o do bairro pobre. Por que o vidro quebrado na viatura abandonada num bairro supostamente seguro, é capaz de disparar todo um processo delituoso? Evidentemente, não é devido à pobreza. É algo que tem a ver com a psicologia humana e com as relações sociais. Um vidro quebrado numa viatura abandonada transmite a ideia de deterioração, de desinteresse, de despreocupação. Faz quebrar os códigos de convivência, como de ausência de lei, de normas, de regras. Induz ao “vale-tudo”. Cada novo ataque que a viatura sofre, reafirma e multiplica essa ideia, até que a escalada de atos cada vez piores, se torna incontrolável, desembocando numa violência irracional.

Baseados nessa experiência, foi desenvolvida a ‘Teoria das Janelas Quebradas’, que conclui que o delito é maior nas zonas onde o descuido, a sujeira, a desordem e o maltrato são maiores. Se se parte um vidro de uma janela de um edifício e o dono não repara, muito rapidamente estarão partidos todos os demais. Se uma comunidade exibe sinais de deterioração e isto parece não importar a ninguém, então ali se gerará o delito. Se se cometem ‘pequenas faltas’ (estacionar em lugar proibido, exceder o limite de velocidade ou passar com o sinal vermelho) e as mesmas não são sancionadas, então começam as faltas maiores e delitos cada vez mais graves. Se permitem atitudes violentas como algo normal no desenvolvimento das crianças, o padrão de desenvolvimento será de maior violência quando estas pessoas forem adultas. Se os parques e outros espaços públicos são deteriorados e progressivamente abandonados pela maioria das pessoas, estes espaços são progressivamente ocupados pelos delinquentes.

A Teoria das Janelas Quebradas foi aplicada pela primeira vez em meados da década de 80 no metrô de Nova York, o qual se havia convertido no ponto mais perigoso da cidade. Começou-se por combater as pequenas transgressões: lixo jogado no chão das estações, alcoolismo entre o público, evasões ao pagamento de passagem, pequenos roubos e desordens. Os resultados foram evidentes. Começando pelo pequeno conseguiu-se fazer do metrô um lugar seguro. Posteriormente, em 1994, Rudolph Giuliani, prefeito de Nova York, baseado na Teoria das Janelas Quebradas e na experiência do metrô, impulsionou uma política de ‘Tolerância Zero’. A estratégia consistia em criar comunidades limpas e ordenadas, não permitindo transgressões à Lei e às normas de convivência urbana. O resultado prático foi uma enorme redução de todos os índices criminais da cidade de Nova York. A expressão ‘Tolerância Zero’ soa a uma espécie de solução autoritária e repressiva, mas o seu conceito principal é muito mais a prevenção e promoção de condições sociais de segurança. Não se trata de linchar o delinquente, pois também aos abusos de autoridade da polícia deve-se aplicar a tolerância zero. Não é tolerância zero em relação à pessoa que comete o delito, mas tolerância zero em relação ao próprio delito. Trata-se de criar comunidades limpas, ordenadas, respeitosas da lei e dos códigos básicos da convivência social humana. Essa é uma teoria interessante e pode ser comprovada em nossa vida diária, seja em nosso bairro, na rua onde vivemos ou no condominio onde moramos. A tolerância zero colocou Nova York na lista das cidades seguras. Esta teoria, se aplicada no Brasil, poderia também terminar com a corrupção, impunidade, imoralidade, criminalidade, vandalismo, violência. Até mesmo  o Rio de Janeiro que é, hoje, a Nova York de antigamente.

Vai Brasil… Vai Brasil…

cristianeConfessamos que ao ver o vídeo da Cristiane Brasil, ficamos em dúvida do que se tratava:

  1. Uma versão TRASH do vídeo da Anita “Vai malandra, vai malandra”
  2. Lançamento de um novo filme da “Brasileirinhas” devido aos trajes de banho.
  3. Uma nova MC lançando o seu novo RAP “Vai doutora”
  4. Um novo vídeo para a Globo do “O Brasil que eu quero”.
  5. Todas as alternativas acima.

Difícil chegar a uma conclusão. Mas como nosso assunto aqui é marketing e comunicação, vamos nos ater a estas questões. Na nossa época, se dizia que política, religião e futebol, não se discute. Cada um tem a sua opinião. Acreditamos que agora devemos acrescentar também a comunicação, já que TODOS entendem do riscado, não é mesmo?

Meu Deus, o que estava pensando a EX-Ministra ao gravar este vídeo? Sobre efeito do que?

“Não Doutora, vamos gravar um vídeo para viralizar”, dizia um empresário amigo.

“É melhor se posicionar, pois quem nunca teve um processo trabalhista, não é mesmo?”

“E é bom a gente mostrar a natureza, as pessoas bem descontraídas, para demonstrar que é natural”

Confessamos que ao começar a assistir ao vídeo, deu vontade de tomar um DRAMIN, pois o barco balançava demais. Mas ao assistir tudo, a vontade foi de tomar um PLASIL. Deu ânsia de vômito.

Mas em algumas questões, ela acertou. Manteve os 2 passinhos de distância, gravou na posição horizontal e mostrou a natureza. Não é mesmo GLOBO?

Parabéns aos marqueteiros de plantão. Estes sim deveriam responder a um processo trabalhista por exercício ilegal da profissão.

E assim seguimos. Vai Brasil. Vai Brasil.

MAIS CURTIDAS E MAIS VENDAS

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O Rodrigo Souto, que é gerente de marketing da HubSpot fala como é possível medir o retorno do investimento nas suas campanhas pagas nas redes sociais! Muito além de medir as curtidas e  os compartilhamentos, o objetivo real é a venda. HubSpot juntou-se com Socialbakers para criar o guia sobre como medir e otimizar seus anúncios no Facebook como:

– Guia para escolher quais objetivos de campanha publicitária usar,

– Como começar a medir o ROI de publicidade em mídias sociais,

– Como selecionar uma estratégia de direcionamento para alcançar o público certo,

– Como avaliar os seus resultados publicitários em relação à concorrência, e muito mais.

Vale a pena conferir no br.hubspot.com.br.