A ARTE DO TONINHO EUZÉBIO

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Como publicitário, é um dos melhores. Como artista plástico, ele arrasa. Depois de participar de vários eventos em Brasília e em Nova Iorque, descoberto e incentivado pela Rede Globo, Toninho Euzébio expõe, agora, no Palácio do Planalto, no evento chamado “Interferências”, perfeitamente adequado às características de suas criações. Sua arte é uma festa. Alegre, diversificada, divertida. Um belo programa que vai até o dia 23 de agosto, este mês dos ventos, os mesmos ventos que trouxeram Toninho Euzébio para junto de nós. O apoiador é a Gráfica Movimento, tão competente quanto o apoiado,  que não perde uma oportunidade de juntar sua marca a artistas de valor. Podem ir à essa exposição sossegados. Mesmo sendo na Ala A do Anexo III do Palácio do Planalto e das 11h às 16h, não tem o perigo de cruzar com pessoas indesejáveis. Nada a “temer”.

 

ATÉ QUANDO?

Enviado por Luiz Carlos Costa que diz: “o autor é o Dr. Flávio Wanderley, médico pernambucano e meu amigo pessoal. Ele escreveu este artigo e publicou no seu face. Pela sua lucidez, eu me permiti republicar aqui no nosso blogonoff.”

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Hilário e ao mesmo tempo cruel e patético, se apresenta o Brasil, nessa “nova” quadra política . Quando a sociedade, ou melhor, os formadores de opinião e em particular a imprensa, falam em votos da renovação e mudança radical dos quadros partidários, o que vemos? Os mesmos de sempre, presentes e perpétuos. Partidos políticos, de todos matizes ideológicos em busca de alianças de poder, pelo poder! Ah! sem esquecer o tempo de TV. Isso é justo? Reunidos em convenções, pra não discutirem ou debaterem os programas dentro da concepção ideológica, e sim para por à mesa, conveniências momentâneas da conquista exclusiva do parlamento e do poder executivo. Muitos chefes ou “donos de Partido,” utilizam os seus herdeiros diretos ou “laranjas”, travestidos de guardiãs da moralidade com o discurso fácil da ética na prática política. Alguns filhos de condenados, escondem o seu sobrenome, em busca do voto dos eleitores mais desinformados. Vide: o candidato filho do Sérgio Cabral. Essas criaturas, donos do poder, cantam loas a moral e perpetuam essa forma nefasta de se fazer política no país. E o judiciário? O que faz além de assumir o protagonismo, seja no Legislativo e ou Executivo?. Onde se escondeu o TSE? Que justiça é essa? Qual modelo Constitucional aceita um político preso, julgado em duas instãncias, lutar pra ser candidato?
Os políticos brasileiros, com raríssimas excessões, foram formados para a propina, negociata, apropriação do Estado é condição principal pro pleno controle da sociedade e destinos do país. Essa desde cedo, frágil, de maioria inculta e por influência de alguns poderosos, extremamente fragmentada. E a cultura da moral e bons costumes onde se escondeu?
Foi a nossa República uma conquista popular? Teria sido um conchavo entre republicanos e monarquistas? Desde o 15 de novembro de 1989 que nossas elites, dividiram e se apropriaram do Estado Brasileiro. A sociedade veio sendo construída com avanços e retrocessos. A atual, quando consegue produzir riquezas, está longe de usufruir delas. A nossa Educação?Sem falar no básico, onde se enquadra a Universidade? Por caminhos tortos, formou o universalismo de esquerda à brasileira, onde um contingente de intelectuais e pseudos pensadores, distantes do povo, elaboraram as mais perversas estratégias, de domínio do Estado e da Nação em formação. Em sua grande maioria os nossos “acadêmicos” se portam e se comportam com viéis ideológico de uma esquerda, totalitária. O socialismo puro, utópico, se deixou impregnar pelo conteúdo do atraso ideológico. Apesar de vencidos, com o fim da União Soviética e a queda da Un do muro de Berlim em 1989 esse esquerdismo do atraso insiste em se contrapor a realidade. Isto além de perigoso e opressor, prejudica o conhecimento em prol do desenvolvimento da nação, em um mundo plural e globalizado.
Que Brasil nos espera pós eleições?

OS GÊNIOS E SUAS MANIAS.

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Após o silêncio sobre a eliminação do Brasil na Copa do Mundo Neymar resolveu responder às críticas que lhe fazem pela sua mania de cair durante os jogos. Ele tenta minimizar os comentários negativos que vem recebendo especialmente nas redes sociais dizendo que “essa encheção de saco não é mais para mim, já passei por essa fase”. Apesar da pertinência das críticas, temos que reconhecer que ele é um gênio no futebol. Mas talvez um menino que ainda não teve tempo de amadurecer no comportamento profissional, provavelmente pela rapidez das conquistas. E pode estar lhe faltando um orientador melhor do que os que têm. Os gênios são assim mesmo. Cheios de vícios e manias. O cientista e pintor Leonardo da Vinci e o inventor Thomas Edison, dois gênios, não gostavam de dormir e substituíam o sono noturno por cochilos curtos de 30 minutos a cada quatro ou seis horas do dia (e da noite). Freud, além de manias, tinha ainda o vício da nicotina e da cocaína. A escritora Agatha Christie, que escreveu 66 romances policiais e 14 coletâneas de contos, não conseguia ser uma escritora estática e tinha a mania de se mudar para quartos de hotel toda vez que a imaginação lhe sugeria uma nova obra. Assim, temos que entender que o nosso Neymar, gênio no futebol, tem a mania de cair em campo. Mesmo que isso gere uma grande gozação.

NEM ISSO!

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O Brasil vive um momento dos mais críticos de sua história política com reflexos na economia, na segurança, na saúde, na educação, que são apêndices da política. E até no futebol. Só falta piorar o carnaval. O exemplo da Copa do Mundo recente deixou marcas importantes. Basta compararmos nosso time com os principais times da Europa. Mesmo enaltecendo o trabalho sério e bem feito do nosso treinador, não temos jogadores como os europeus. Eles jogam sério, de forma profissional, sem meninices, sem frescuras. Mas nossos jogadores também não têm toda a culpa. Somos todos produtos do meio em que fomos criados. O problema é cultural. A história mostra que somos um povo subnutrido culturalmente, de caráter duvidoso, que prefere a farra ao trabalho. Somos o povo dos feriados, da bebedeira, da enganação, da procura da vantagem própria. Mas com tudo isso, já houve um tempo em que nos orgulhávamos do Brasil. Agora tudo está se acabando. Dá vergonha mostrar o passaporte brasileiro no exterior. Dá vergonha encarar o turista que ainda teima em nos visitar. Temos tudo para crescer e nos transformarmos em uma nação forte e desenvolvida e as eleições de outubro podem ser a última oportunidade antes do caos total. Vamos pensar e votar, para que o Brasil volte a ser, pelo menos, o país subdesenvolvido que era antes. E que já não é mais. Nem isso!

 

LIÇÕES DE UMA COPA DO MUNDO

Enviado por Luiz Carlos Costa: O artigo foi escrito pelo Fernando Antonio Gonçalves, amigo no face, e pela clareza das ideias me permiti republicar aqui.

Resultado de imagem para time da croácia 2018Domingo, a Copa do Mundo 2018 será encerrada. E saberemos quem será o novo Campeão do Mundo. Torcerei pela Croácia. Seja qual for o resultado, a Croácia nos legou lições memoráveis: de valentia, de planejamento solidário, de desindividualismo, de não-hipocrisia e desfingimentos, de gestos nunca debochados. Todos deveremos extrair inúmeras lições dos croatas: técnicos, preparadores, jogadores, jornalistas, radialistas orgásmicos, transmissões ufanosas, torcedores alienados e estatisquismos cretinos, onde só se faltou mensurar a quantidade de tintura alourativa colocada nos cabelos de uns, os litros urinados por outros, as quedas em campo dos doloristas artistas e as entrevistas ufanosas dos que não conseguem perceber que o mundo futebolístico evoluiu, a era das escolhas fingidas se tornando coisas passadas, típicas dos conchavos entre dirigentes. E que o pior subdesenvolvimento é o mental. E, principalmente, que o futebol é uma prática eminentemente coletiva, tal e qual um batalhão de combatentes capacitados que são orientados por capitães por partida, escolhido pela demagogia cardiológica de quem não soube determinar com serenidade as ações táticas, não sabendo bem diferenciar o joio do trigo, liderança de faniquitismo. PS. E sempre aplaudindo o jornalista Ribas Neto, notável inteligência analítica.

EU TAMBÉM QUERO

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A presidente da Croácia foi convidada pelo governo russo para assistir ao jogo contra a Inglaterra. Por questões políticas, e assim como as autoridades inglesas, ela recusou o convite e todo aquele aparato e mordomias peculiares às visitas de autoridades a outros países. Mas foi ao jogo em avião de carreira que pagou do próprio bolso, mandou que se descontasse do seu salário os dias em que faltaria ao trabalho e após o jogo foi ao vestiário abraçar os jogadores sem nenhum segurança. Eu também quero um governo assim.

FALTA DA VÍRGULA MATA BEBÊ

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Enviado por Luiz Carlos Costa

Este Blogonoff ficou um tempinho fora do ar e vieram as reclamações. Melhor assim. Primeiro foi a ansiedade pelo Brasil na copa. Depois a tristeza – mas não a decepção como há 4 anos – pela derrota. Aí o laptop deu pau, os filhos menores vieram passar as férias, o trabalho aumentou, mas quem escreve diariamente sente falta quando não escreve. E aqui estamos nós, de volta, falando sobre o que estiver na ordem do dia, buscando a comunicação como foco deste “blog”, “on ou off” sempre que for possível, abordando o social, o esporte, a política, a economia e o que mais houver. O comentário de hoje é sobre a importância da vírgula na morte do bebê Henzo Matheus Pinto Elias. Ele chegou ao hospital de Santo Antônio do Içá, no Amazonas, com quadro de febre e vômito e morreu na tarde de domingo, após passar seis dias internado. Henzo foi atendido pelo médico da unidade e na receita assinada por ele, é recomendado o uso de dipirona e 25 miligramas de prometazina – medicamento usado para combater reações alérgicas. Depois que a medicação foi aplicada, o quadro clínico do bebê piorou e ele veio a óbito. O pai conta que foi chamado pelo médico, que corrigiu a receita de 25 miligramas para 2,5 miligramas do medicamento, uma dose 10 vezes menor. Faltou a vírgula, que matou o menino. Agora os médicos, além de melhorar a letra com que fazem suas receitas (os mais modernos já o fazem pela computador, terão que prestar mais atenção à virgula que pode matar.

 

O RETRATO DO BRASIL

Capa do Le Monde

O jornal francês “Le Monde” faz um retrato do Brasil, na capa de sua edição, mostrando nossas mazelas mesmo com o sucesso da nossa seleção. Quando um dos maiores jornais da Europa entende o Brasil desta forma, criticando a justiça brasileira através dos ministros do STF enquanto o povo veste camisa de futebol, é porque passou da hora de nós, brasileiros, darmos um jeito nessa situação. E as eleições estão aí para nos ajudar.

BELA CAPELA

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Os torcedores brasileiros que ao invés de fazer arruaça pelas ruas e cantar músicas com letras inconvenientes, aqueles que foram à Rússia torcer pelo Brasil, estão deixando, novamente, uma bela marca nos estádios, antes das partidas da nossa seleção. Ao final do Hino Nacional resumido, tocado nos alto falantes do estádio, a torcida complementa com uma capela emocionante. E notem que os organizadores aguardam que se termine o coro da torcida para só então começar o hino do país adversário. Atitudes como estas enaltecem a imagem do brasileiro, mesmo contrastando com a péssima imagem política do país. Nos estádios da Rússia está uma parte das classes sociais mais abonadas, que são também formadores de opinião e cujos gestos merecem credibilidade.

VERDE QUE TE QUERO VERDE

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Posso estar enganado ou meus olhos estão sendo traídos pela idade, mas acho que no nosso jogo contra o México, aquela bonita bandeira do Brasil que entra em campo antes da partida, estava com a cor verde meio aguada. Se não for um problema visual, imagino um recado que queriam dar para a gente cuidar melhor das nossas florestas (se fosse pelo desmatamento o verde seria trocado pelo marrom), ou simplesmente um erro no “pantone”.