356 TIPOS DE QUEIJOS

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O General Charles De Gaulle, além de sua célebre frase ” O Brasil não é um país sério”, tem algumas outras que também ficaram famosas. Uma delas refere-se à quantidade de tipos de queijos produzidos na França: “como é difícil governar uma nação com 356 tipos de queijos!”. Imagine então governar um país com mais de 356 tipos de contravenções, crimes, corrupções, violências, péssima administrção nos serviços públicos, entre outros tipos de mazelas. Isso é negócio para brasileiro. O general estaria pirado. E a gente, aqui no Brasil prefereria, com certeza, os 356 tipos de queijos.

A TEORIA DAS JANELAS QUEBRADAS

Tirei da internet esse assunto já há alguns anos. Expus nas minhas palestras e nas faculdades onde lecionava, e agora trago até vocês, leitores desse blogonoff, pelo seu conteúdo científico e que tem tudo a ver com o Brasil de hoje e, especialmente com o que está ocorrendo com a cidade do Rio de Janeiro. Mesmo considerando o texto longo, convido-os a ler e meditar sobre seu conteúdo.

A Teoria das Janelas Quebradas foi criada por James Q. Wilson e George Kelling e desenvolvida na escola de Chicago. Ela afirma que se uma janela de um edifício for quebrada e não for reparada, a tendência é que vândalos passem a arremessar pedras nas outras janelas. A experiência, da área de psicologia social, foi realizada pela Universidade de Stanford (EUA), Foram deixadas duas viaturas idênticas, da mesma marca, modelo e cor abandonadas na via pública. Uma no Bronx, zona pobre e conflituosa de Nova York e a outra em Palo Alto, uma zona rica e tranquila da Califórnia. Duas viaturas idênticas abandonadas, dois bairros com populações muito diferentes e uma equipe de especialistas em psicologia social estudando as reações das pessoas em cada local. A viatura abandonada em Bronx começou a ser vandalizada em poucas horas. Perdeu as rodas, o motor, os espelhos, o rádio, etc. Levaram tudo o que fosse aproveitável e aquilo que não puderam levar, destruíram. Contrariamente, a viatura abandonada em Palo Alto manteve-se intacta.

Mas a experiência não terminou aí. Quando a viatura abandonada em Bronx já estava desfeita e a de Palo Alto estava há uma semana impecável, os pesquisadores quebraram um vidro do automóvel de Palo Alto. O resultado foi que se desencadeou o mesmo processo que o de Bronx, e o roubo, a violência e o vandalismo reduziram o veículo ao mesmo estado que o do bairro pobre. Por que o vidro quebrado na viatura abandonada num bairro supostamente seguro, é capaz de disparar todo um processo delituoso? Evidentemente, não é devido à pobreza. É algo que tem a ver com a psicologia humana e com as relações sociais. Um vidro quebrado numa viatura abandonada transmite a ideia de deterioração, de desinteresse, de despreocupação. Faz quebrar os códigos de convivência, como de ausência de lei, de normas, de regras. Induz ao “vale-tudo”. Cada novo ataque que a viatura sofre, reafirma e multiplica essa ideia, até que a escalada de atos cada vez piores, se torna incontrolável, desembocando numa violência irracional.

Baseados nessa experiência, foi desenvolvida a ‘Teoria das Janelas Quebradas’, que conclui que o delito é maior nas zonas onde o descuido, a sujeira, a desordem e o maltrato são maiores. Se se parte um vidro de uma janela de um edifício e o dono não repara, muito rapidamente estarão partidos todos os demais. Se uma comunidade exibe sinais de deterioração e isto parece não importar a ninguém, então ali se gerará o delito. Se se cometem ‘pequenas faltas’ (estacionar em lugar proibido, exceder o limite de velocidade ou passar com o sinal vermelho) e as mesmas não são sancionadas, então começam as faltas maiores e delitos cada vez mais graves. Se permitem atitudes violentas como algo normal no desenvolvimento das crianças, o padrão de desenvolvimento será de maior violência quando estas pessoas forem adultas. Se os parques e outros espaços públicos são deteriorados e progressivamente abandonados pela maioria das pessoas, estes espaços são progressivamente ocupados pelos delinquentes.

A Teoria das Janelas Quebradas foi aplicada pela primeira vez em meados da década de 80 no metrô de Nova York, o qual se havia convertido no ponto mais perigoso da cidade. Começou-se por combater as pequenas transgressões: lixo jogado no chão das estações, alcoolismo entre o público, evasões ao pagamento de passagem, pequenos roubos e desordens. Os resultados foram evidentes. Começando pelo pequeno conseguiu-se fazer do metrô um lugar seguro. Posteriormente, em 1994, Rudolph Giuliani, prefeito de Nova York, baseado na Teoria das Janelas Quebradas e na experiência do metrô, impulsionou uma política de ‘Tolerância Zero’. A estratégia consistia em criar comunidades limpas e ordenadas, não permitindo transgressões à Lei e às normas de convivência urbana. O resultado prático foi uma enorme redução de todos os índices criminais da cidade de Nova York. A expressão ‘Tolerância Zero’ soa a uma espécie de solução autoritária e repressiva, mas o seu conceito principal é muito mais a prevenção e promoção de condições sociais de segurança. Não se trata de linchar o delinquente, pois também aos abusos de autoridade da polícia deve-se aplicar a tolerância zero. Não é tolerância zero em relação à pessoa que comete o delito, mas tolerância zero em relação ao próprio delito. Trata-se de criar comunidades limpas, ordenadas, respeitosas da lei e dos códigos básicos da convivência social humana. Essa é uma teoria interessante e pode ser comprovada em nossa vida diária, seja em nosso bairro, na rua onde vivemos ou no condominio onde moramos. A tolerância zero colocou Nova York na lista das cidades seguras. Esta teoria, se aplicada no Brasil, poderia também terminar com a corrupção, impunidade, imoralidade, criminalidade, vandalismo, violência. Até mesmo  o Rio de Janeiro que é, hoje, a Nova York de antigamente.

SOM DAS ALTURAS

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Além do Galo da Madrugada, uma ação no carnaval do Recife já está chamando a atenção da população nestas semanas pré carnavalescas. Lá, no belíssimo Marco Zero, perto do Cais, uma orquestra de frevo foi içada e toca as músicas de Momo lá do alto, pendurados por cordas. A ideia não é  nova, mas continua fazendo sucesso. Segundo me disse um amigo, no ano de 1996, nas Minas Gerais, durante o Festival Internacional de Teatro de Rua, uma estrutura semelhante foi  montada e fez também o maior sucesso. Evoé!

Vai Brasil… Vai Brasil…

cristianeConfessamos que ao ver o vídeo da Cristiane Brasil, ficamos em dúvida do que se tratava:

  1. Uma versão TRASH do vídeo da Anita “Vai malandra, vai malandra”
  2. Lançamento de um novo filme da “Brasileirinhas” devido aos trajes de banho.
  3. Uma nova MC lançando o seu novo RAP “Vai doutora”
  4. Um novo vídeo para a Globo do “O Brasil que eu quero”.
  5. Todas as alternativas acima.

Difícil chegar a uma conclusão. Mas como nosso assunto aqui é marketing e comunicação, vamos nos ater a estas questões. Na nossa época, se dizia que política, religião e futebol, não se discute. Cada um tem a sua opinião. Acreditamos que agora devemos acrescentar também a comunicação, já que TODOS entendem do riscado, não é mesmo?

Meu Deus, o que estava pensando a EX-Ministra ao gravar este vídeo? Sobre efeito do que?

“Não Doutora, vamos gravar um vídeo para viralizar”, dizia um empresário amigo.

“É melhor se posicionar, pois quem nunca teve um processo trabalhista, não é mesmo?”

“E é bom a gente mostrar a natureza, as pessoas bem descontraídas, para demonstrar que é natural”

Confessamos que ao começar a assistir ao vídeo, deu vontade de tomar um DRAMIN, pois o barco balançava demais. Mas ao assistir tudo, a vontade foi de tomar um PLASIL. Deu ânsia de vômito.

Mas em algumas questões, ela acertou. Manteve os 2 passinhos de distância, gravou na posição horizontal e mostrou a natureza. Não é mesmo GLOBO?

Parabéns aos marqueteiros de plantão. Estes sim deveriam responder a um processo trabalhista por exercício ilegal da profissão.

E assim seguimos. Vai Brasil. Vai Brasil.

A BELA BRASILIA

A informação vem da jornalista Camila Rezende e me permito republicar neste meu blog, com todo o entusiasmo que a iniciativa merece. O brasiliense está resgatando o simpático hábito de enviar cartões postais. Aplausos

Camila inicia sua reportagem perguntando: Quando foi a última vez que você enviou um cartão postal? Se você não lembra ou nunca escreveu um – o que é mais provável para os nascidos depois dos anos 2000 – o site Visite Brasília está realizando uma ação super bacana. Em parceria com a Gráfica Movimento, o projeto quer resgatar o prazer do envio de cartões postais pelos Correios. 

As peças levam a assinatura do artista plástico Ralfe Braga e estão disponíveis gratuitamente nas lojas Square Brasília e Espaço 365. Nas gravuras, imagens icônicas de Brasília que relembram a beleza da cidade eternizada na voz de Renato Russo.

É uma ótima oportunidade de reviver momentos inesquecíveis e surpreender pessoas especiais. E o envio também é gratuito. Basta retirar um cartão, escrever e o Visite Brasília endereça ao remetente, arcando com os custos. Para mais informações, acesse a página oficial no Facebook.

Parabéns ao pessoal o Visite Brasília, ao fantástico Ralfe Braga,  às lojas Square Brasília e Espaço 365, à sempre competente e inquieta Gráfica Movimento (fazendo juz ao nome), parabéns à jornalista Camila Rezende pela forma como tratou à notícia e especialmente parabéns à sociedade de Brasília por contar com empresas e empresários que acreditam em projetos como este.

A LANCHA DO ABSURDO

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O depoimento da deputada Cristiane Brasil, a bordo de uma lancha, acompanhada de 4 homens em trajes de banho, preocupados em aparecer com depoimentos infelizes e inoportunos, aumentam o cenário desconfortável da deputada. A classe política continua míope sobre a forma de agir para voltar a ganhar a confiança da sociedade, um dos maiores desafios dos especialistas em comunicação. Nunca, o trabalho de assessores de marketing foi tão necessária. Esqueçam a imagem ruim daqueles “marqueteiros” a serviço do mal, para selecionarem especialistas em marketing, estudiosos preparados para enfrentar esta guerra que a sociedade declarou aos políticos.  Parece que a deputada em questão prefere companhias que têm mais força mostrada em corpos seminus que outras, de cabeças privilegiadas, que jamais permitiriam a exibição de videos dessa qualidade.

O “QUINTO DOS INFERNOS”

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O leitor Fernando Almeida me mandou um texto que merece republicação. Ele relembra que durante o Século 18, o Brasil-Colônia pagava um alto tributo para Portugal, sobre tudo o que fosse produzido em nosso País e correspondia a 20% (ou seja, 1/5) da produção. Essa taxação altíssima e absurda era chamada de “O Quinto” e recaía principalmente sobre a nossa produção de ouro. O “Quinto” era tão odiado pelos brasileiros, que, quando se referiam a ele, diziam “O Quinto dos Infernos”. E isso virou sinônimo de tudo que é ruim. A Coroa Portuguesa quis, em determinado momento, cobrar os “quintos atrasados” de uma única vez, no episódio conhecido como “Derrama”. Isso revoltou a população, gerando o incidente chamado de “Inconfidência Mineira”, onde Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, foi preso, condenado e enforcado. Nos dias atuais, e de acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário IBPT, a carga tributária brasileira chegou a 38% no final do ano de 2011, ou praticamente 2/5 (dois quintos) de nossa produção. Ou seja, a carga tributária de hoje é quase o dobro daquela exigida por Portugal à época da Inconfidência Mineira. Pagamos hoje, literalmente, “dois quintos dos infernos” de impostos para sustentar a corrupção, o mensalão, a festa das passagens, o bacanal que se faz com o dinheiro público, as comissões e jatinhos, a farra familiar nos 3 Poderes Nosso dinheiro é confiscado no dobro do valor do “quinto dos infernos” para sustentar essa farra irresponsavel que nos custa (já feitas as atualizações) o dobro do que custava toda a Corte Portuguesa! E pensar que Tiradentes foi enforcado porque se insurgiu contra a metade dos impostos que pagamos atualmente! As eleições estão aí. Resta-nos tomar vergonha na cara e mudar tudo através do voto, trocando os políticos e mandando os que aí estão para o “quinto dos infernos”.

FAKE NEWS A suposta carta de Marieta Severo

 

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A carta sob o título “Os erros de Luís”, supostamente escrita pela respeitada atriz Marieta Severo, que corre pela internet, está sendo desmentida por sua filha Silvia Buarque. O texto é bem escrito, mas comete o erro inicial de usar o Luís, com s, ao invés de Luiz, como seria correto, o que já dá margem à desconfiança. Penso então que artifícios desta ordem podem estar sendo usados para pesquisar as reações sobre assuntos polêmicos, embora sem qualquer base científica, como exige a aplicação de uma pesquisa. Mas pode determinar tendências. Eu fiz isso entre 150 dos meus whatsappeanos e recebi respostas aplaudindo, outras desaprovando por tratar-se de fake new, algumas bem malcriadas, outras exultantes, nenhuma indiferente. Dá para se ter a ideia de um cenário próximo  da verdade, mas por não ter a necessária base científica, pode ser apenas um fake reality.

 

MAIS CURTIDAS E MAIS VENDAS

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O Rodrigo Souto, que é gerente de marketing da HubSpot fala como é possível medir o retorno do investimento nas suas campanhas pagas nas redes sociais! Muito além de medir as curtidas e  os compartilhamentos, o objetivo real é a venda. HubSpot juntou-se com Socialbakers para criar o guia sobre como medir e otimizar seus anúncios no Facebook como:

– Guia para escolher quais objetivos de campanha publicitária usar,

– Como começar a medir o ROI de publicidade em mídias sociais,

– Como selecionar uma estratégia de direcionamento para alcançar o público certo,

– Como avaliar os seus resultados publicitários em relação à concorrência, e muito mais.

Vale a pena conferir no br.hubspot.com.br.

O BRASIL PODE SER UM PAÍS SÉRIO?

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A frase “ Le Brésil n’est pas um pays serieux”, ou seja  “ O Brasil não é um país sério”. é do diplomata brasileiro Carlos Alves de Souza Filho, mas foi atribuída ao General Charles De Gaulle, Presidente da França e a pessoa mais respeitada da política francesa quando visitou o Brasil em 1964.  Seja de que autor for, a frase citada tantas vezes desde aquela época, pode estar defasada  depois da decisão de Porto Alegre ontem com a condenação do ex-presidente Lula.