Aos candidatos em 2018, a luz amarela está acesa.

sinal-amareloO processo eleitoral de 2016, diferentemente do que ocorreu com os anteriores, mostrou uma composição nova dos elementos necessários para que uma vitória se estabeleça. Por mais que uma outra reforma eleitoral ­– que está em discussão no Congresso – altere as regras, qualquer político com a intenção de se candidatar em 2018 já percebeu que não dará mais para fazer campanha eleitoral do jeito antigo. A luz amarela acendeu.

Quatro fatores alteraram o cenário eleitoral das cidades brasileiras: o descrédito dos políticos tradicionais, a rejeição a partidos ideologicamente de esquerda, a diminuição do período eleitoral e a falta de recursos para contratações de militância.

O marketing político tradicional não define mais o vencedor

Em algumas capitais pôde-se observar que a preferência do eleitorado por candidatos “não-políticos” promoveu vitórias significativas e essa tendência não ficou isolada em apenas uma região do Brasil. Em Porto Velho, o vitorioso, Dr. Hildon Chaves (PSDB), empresário e ex-promotor público, começou como um grande azarão que sequer aparecia entre os primeiros lugares nas pesquisas do primeiro turno. Terminou como prefeito eleito. Bem distante dali, em São Paulo, João Dória (PSDB), também empresário, foi eleito em primeiro turno, tirando do páreo candidatos bem conhecidos do eleitorado como Marta Suplicy (PMDB), Celso Russomano (PRB) e Fernando Haddad (PT).

O fato de Dória ser um “não-político”, não seria capaz, isoladamente, de promover a sua vitória. No cenário paulistano houve uma combinação de fatores. Russomano, pela segunda vez, mostrou-se incapaz de conter o desgaste causado pelo seu histórico, como por exemplo, suas atividades malsucedidas como empresário. Marta havia acabado de ingressar no PMDB e não teve tempo para formar uma militância. À Haddad, atual prefeito, sobrou o pior dos mundos. Pode ser que daqui vinte anos o paulistano mude de opinião e o considere um visionário, mas na prática o candidato não conseguiu mostrar a sua gestão 2012-2016 na prefeitura com o tempo de televisão que teve direito.

Há também uma conta que precisa ser feita, em 2012 Haddad gastou cerca de R$ 68 milhões em sua campanha, sendo considerada a mais cara do Brasil, mais que o dobro do que Kassab havia gasto em 2008. Em 2016, Haddad colocou quase R$ 12 milhões na campanha, e Dória, cerca de R$ 13,5 milhões. Fora a falta de recursos, o momento de seu partido, o Partido dos Trabalhadores, é o pior desde sua fundação. Cabe lembrar que Haddad só fora eleito em 2012 após Lula ter entrado de cabeça em sua campanha.

Na sua primeira eleição, começou com 8% das intenções de voto e, faltando duas semanas para o fim do primeiro turno, estava em terceiro lugar, com 15%. Lula, naquele momento, ainda era o Lula do PT. Aliás, o PT ainda era o PT. Lula chamou os principais cardeais do partido, exigiu o apoio à Haddad e participou de muitos programas eleitorais e eventos de rua. Só assim Haddad subiu. A rejeição ao PT hoje é tão grande, que Lula não apareceu em nenhuma ocasião no programa de televisão da Haddad e o tradicional vermelho do partido quase não foi utilizado na comunicação. Por sinal, nenhum dos deputados que votaram contra o impeachment e que foram candidatos à prefeito, conseguiram se eleger. O efeito contrário ao petismo fez com que apenas uma capital do Brasil elegesse um representante do partido, Marcus Alexandre, prefeito de Rio Branco, terra dos irmãos Viana.

Crivella apostou no marketing digital e na mobilização da militância

No Rio de Janeiro, ficaram para o segundo turno Marcelo Crivella e Marcelo Freixo. Ambos não carimbados como partícipes da velha política. Crivella, do PRB, com uma rejeição muito menor do que a de Freixo, do PSOL, levou a melhor e foi eleito prefeito. O primeiro turno carioca mostrou que candidato sem militância, mesmo com a máquina pública não mão, não chega longe quando enfrenta adversários consolidados. Nessa conta estão Índio da Costa, Carlos Osório e Pedro Paulo.

Os dois primeiros ficaram com quase de 9% dos votos cada, e o candidato de Eduardo Paes, por pouco não fica atrás de Flávio Bolsonaro, que teve 14% dos votos, contra 16% de Pedro Paulo. Com 28% dos votos, o eleitor fiel de Crivella foi fundamental para sua chegada ao segundo turno, do mesmo jeito que a militância de Freixo foi que o carregou nas costas e lhe deu 18%.

A questão é que militância não se cria do dia para noite. É preciso pensar em médio e longo prazo. No segundo turno, foi com ela que Crivella conseguiu se segurar diante dos ataques de Freixo e das crises de imagem com alguns veículos de imprensa. Foi desenvolvida uma plataforma para agrupar simpatizantes e militantes para que pudessem ser mobilizados com missões diárias. Também foram realizados treinamentos com grupos de jovens que defendiam a campanha nas redes e nos portais.

Após estabelecido um domínio do ambiente digital, a campanha mobilizou, por meios digitais e tradicionais, os simpatizantes para um grande evento na Cinelândia, palco tradicional de manifestações políticas e um dos locais favoritos dos comícios de Freixo. O efeito em Freixo foi notado no último debate, transmitido pelo Rede Globo. Mostrando-se muito nervoso e agressivo, em um dos ataques Freixo não resistiu e fez menção ao evento da Cinelândia. Para todos os futuros candidatos, ficam várias lições, mas as principais seriam: trabalhem desde já; organizem a militância partidária ou individual; abandonem os dogmas da comunicação e ousem no relacionamento com o eleitorado.

Marcelo Vitorino. Especialista em Marketing Politico.

 

Nizan Guanais e a crise.

nizan-guanaesInspirado por Abilio Diniz e pelo meu personal trainer, que é presbiteriano, comecei a rezar todas as manhãs. Leio os jornais e depois rezo.

No início, foi como começar a correr e fazer exercícios, uma decisão intelectual, um gesto de disciplina, que você faz por obrigação e pouco prazer.

Mas, aos poucos, aquilo foi virando um oásis neste momento atribulado que, como qualquer empresário brasileiro, eu vivo.

Esta é uma crise braba, em que você tem que fazer sacrifícios para salvar o todo e vencer a crise. Um momento duro, de decisões duras, mas decisões necessárias e inadiáveis.

Neste momento, é preciso pedir a sabedoria que o jovem Salomão pediu a Deus. A sabedoria que David, o estadista, pediu tanto a Deus.
Só mesmo Deus vai nos dar, por meio de seu Espírito Santo, as virtudes que não temos. No meu caso, por exemplo: paciência, sabedoria, parcimônia.

David diz nos seus lindos Salmos que o Senhor salva o homem e a besta. Tem uma besta no homem. E, se deixar a besta solta numa crise como essa, a besta desembesta.

Não rezo para ser santo. Rezo para ser homem, para ser humano. No sentido divino desta palavra: ser um líder humano, um profissional humano, um marido humano, um pai humano.

Humano como Francisco, o Papa, que ao escolher seu nome já apontou o caminho. Que em dois anos tirou a Igreja Católica do intramuros do Vaticano e a trouxe de volta para os homens e as mulheres do mundo todo e de todas as fés.

Minha amiga Arianna Huffington, uma das empresárias e mulheres mais interessantes destes tempos modernos, me ensinou a prestar mais atenção em meditação em seu novo livro, “A Terceira Métrica”, publicado no Brasil pela editora Sextante.

Nos Estados Unidos, só se fala em “mindfulness”, em meditação. Até no Massachusetts Institute of Technology, o famoso MIT, Meca mundial da tecnologia, se fala disso.

Roberto Zeballos, que é um dos médicos mais modernos do Brasil, fala muito em meditação.

Rezar é meditar. E fortalece muito o empresário. É bom para quem tem fé, é bom para quem quer ter fé, é bom para quem quer ter paz, é bom para quem quer ter foco e discernimento.

Quando você reza ou medita, você foca, concentra, reúne forças, toma o controle da sua vida. Você toma o controle da besta, como a inveja, a usura, o olho gordo, a pequenez, o medo e os instintos animais que existem em cada um de nós.

Sem a oração e a meditação a gente desembesta a fumar, a beber, a tomar Rivotril. Desembesta a sofrer e a passar as noites acordado. Desembesta a pensar com o fígado em vez de pensar com a cabeça, com o coração e com a alma.

A besta é uma má pessoa e um péssimo empresário. Rezar é o meu antídoto contra ela.

A oração torna todo dia o dia 25 de dezembro. Por meio da oração nasce a cada dia um menino Jesus em nós. Rezar é um Natal na alma.

Acreditar em Deus evita que a gente se ache Deus. E evita que a gente seja movida pela besta que está no homem.

É por isso que, a cada manhã e a cada noite, eu rezo. Não para ser santo, como disse, mas para não ser besta. Para ser homem.
Nizan Guanaes

O lado bom da crise. Ampla e Massapê se juntam.

artigo-194-a-forca-da-uniaoA união irá fortalecer a nova Ampla. Os sócios da Massapé Gabriel Freire, Anselmo Albuquerque e Henrique Pereira agora passam a ser sócios da Ampla. Antes de comemorar um ano de seu nascimento, o Grupo Duca, holding que reúne duas operações distintas – as agências BG9 e Ampla –, além de uma parceria estratégica com foco em inovação com a Sodet, que tem como sócios Silvio Meira e Teco Sodré, volta a surpreender o mercado de comunicação e publicidade. Nesta terça-feira, a Ampla anunciou, durante uma transmissão ao vivo pelo Facebook Live, que está se juntando a agência Massapê. Com 40 anos de história, a Ampla resolveu unir a experiência e a criatividade ao espírito empreendedor e inovador da jovem Massapê, que está há 10 anos no mercado.A partir do dia 02 de janeiro, a equipe da Massapê, com 35 funcionários, além dos sócios Gabriel Freire, Anselmo Albuquerque e Henrique Pereira passam a fazer parte da Ampla. Leonardo Siébra, que foi um dos fundadores da Massapê está saindo para tocar projetos pessoais. Os três sócios que seguem junto com a Ampla passam a ser sócios da nova empresa, que continuará a ser chamada de Ampla. “Tudo começou há um ano, quando começamos a trocar ideia sobre as mudanças do negócio da propaganda e visão de futuro. Com o tempo, fomos percebendo que existia muita complementaridade entre a Ampla e a Massapê e começamos a nos perguntar: por que não estarem juntas? Agora, temos uma empresa que irá gerar melhores e maiores negócios, de forma mais forte”, diz Queiroz Filho, CEO do Grupo Duca.

Para receber os novos integrantes da equipe, a Ampla está fazendo uma reforma, que além de oferecer novos estações de trabalho, também está criando espaços de convivência e descanso. A nova Ampla passa a contar com mais de 100 colaboradores no Recife, além dos 35 funcionários da unidade do Espírito Santo. Ao todo a empresa irá contar com mais de 130 profissionais de diversas áreas. A partir de agora, a Ampla irá gerir a comunicação de mais de 50 marcas, que movimentam investimentos de mais de 200 milhões de reais.

“A Massapê é uma nativa digital, já nasceu nesse novo mundo online. Além de somar com o nosso esforço de investir em inovação, os sócios da agência também têm um perfil de destaque na área de planejamento. Tudo isso, irá nos fortalecer para o futuro”, afirma Aguinaldo Viriato, co-presidente da Ampla. Para os sócios da Massapê, a união irá permitir que eles possam dar voos mais altos. “Estamos vivendo um momento de transformação real no negócio da propaganda. Nós só conseguiríamos fazer parte dessa grande mudança nos negócios se unindo a alguém que também pensa o futuro como nós”, afirma Anselmo Albuquerque.

“Não queremos mais ser reconhecidos apenas como uma “agência”. Já estávamos numa direção bastante distante de sermos apenas um agenciador, um intermediário entre marcas e veículos. Resolvemos juntar talentos e expertises complementares para oferecer soluções de comunicação, inovação e qualquer outra disciplina que, no final do dia, resolva o problema. Esse é o ponto chave: mergulhar no negócio dos clientes, estudar o segmento, investigar oportunidades para criar soluções mais pertinentes, eficientes e duradouras. É isso que somos”, explica Manuel Cavalcanti, co-presidente da Ampla.

Os clientes da Massapê também seguem a mudança. Açúcar Petribú, Frisabor, Grupo Parvi, Toyolex, América Ford, Netuno, Oculum, Vale do Ave, Ekaut, Sport Club do Recife, Wings, NAP, Varejão do Estudante, Hotéis Pernambuco, Toyota Regional Nordeste, Greenmix, Quanto Prima e Reserva de Aldeia passam a fazer parte do portfólio da nova Ampla. Com a união entre as duas agências, a Ampla também ganha uma nova operação em Manaus, que já fazia parte da Massapê.

“O nosso objetivo é unir nossas forças para crescer e ganhar mercado. Em 2017, está no nosso planejamento estratégico abrir novas operações em outros Estados”, afirma Gabriel Freire. O quadro da Ampla continua igual. Aguinaldo Viriato e Manuel Cavalcanti são co-presidentes e sócios. Na diretoria executiva, juntam-se a Cristina Queiroz, como vice-presidente, Alessandra Pires, diretora de Contas e Nilson Samico, diretor de Mídia, Gabriel Freire, Anselmo Albuquerque e Henrique Pereira, que também passam a ser diretores executivos. Todos sócios da Ampla.

Os clientes da Ampla seguem com a nova empresa. Na unidade de Pernambuco, o portfólio de clientes é formado por Baterias Moura, CDL, Claro, Compesa, Ferreira Costa, Fiat Regional, Jornal do Commercio, Odebrechet, Pitú, Rede Globo, Sebrae, Secretaria de Turismo do Recife, Shopping Recife, TGI, Vitarella e as contas sociais Imip, Área Social, Instituto Constelação, Aliança de Mães Raras e Instituto Moura Conceição.

Na unidade do Espírito Santo, estão ABRH – Associação Brasileira de Recursos Humanos, seccional ES, Convento da Penha (ES), Fortlev, IBEF – Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças, Lorenge S.A, Prefeitura Municipal da Serra, Secom – Superintendência de Comunicação Social ES, SEFAZ – Secretaria da Fazenda do ES, SEG – Secretaria de Estado de Governo ES, SECONT – Secretaria de Controle e Transparência, Unimed Vitória, Vale Espírito Santo, Prodest – Instituto de Tecnologia da Informação e Comunicação do Espírito Santo, Shopping Vitória e Novaforma.

 

BRASÍLIA TEVE UMA GRANDE NOITE DE COMEMORAÇÃO NA ENTREGA DO PRÊMIO COLUNISTAS BRASÍLIA 2016.

2171n6c0399Com o tema “Chegou a hora de subir ao pódio”, criada pela Bees Publicidade, Brasília teve na sexta-feira (9) uma noite muito especial, de entrega do Prêmio Colunistas Brasília 2016.

O evento, realizado no Iate Clube da capital federal, recebeu os homenageados com uma grande festa.

A nova/sb conquistou o GP de Agência de Comunicação do Ano. Renata Sanchez, da Propeg, foi eleita Publicitária do Ano, enquanto o Profissional de Propaganda do Ano foi dado a Lucas Zaiden, da Fields360. A Caixa foi eleita Anunciante do Ano.

No Prêmio Colunistas Promo e Live, Fermento Promo foi eleita Empresa de Marketing Promocional do Ano. Ivan Hauer, da Flap, foi escolhido Empresário ou Dirigente de Marketing Promocional do Ano. Eduardo Peres, da Fermento, ficou com o título de Profissional de Marketing Promocional.

Também teve Prêmio de Destaque para três profissionais que deixaram sua assinatura na história da propaganda da cidade: Ralfe Braga, Luiz Antunes e Ludovico Ribondi receberam o prêmio especial pela contribuição ao mercado.

Foram recebidos os diretores do portal CB Poder – ganhador do Grande Prêmio de Veículo Eletrônico do Ano e da Revista Traços – Grande Prêmio de Veículo Impresso do Ano.

Também, ao final da apresentação, foram reconhecidos os Diretores de Arte e os Redatores mais bem pontuados desta edição. Subiram ao palco Humberto Cunha, André Garcia, Dudu Marcel e Vinícius Veríssimo para receber o prêmio de melhores Diretores de Arte e Duda Moreira Salles, Filipe Fontes, Cássio Guiot e Camila Oliveira foram os premiados Redatores.

Blog do Fernando Vasconcelos.

Ainda sobre mudanças no mercado publicitário

coca-e-pepsiO mercado em que estamos está mudando e as placas tectônicas ainda não se acalmaram. A Pepsi com seu bordão “pode ser” começa a pensar conteúdo e monta uma estratégia para isso com estúdios e estrutura muito interessante para fazer isso. Se pensarmos na briga de Coca X Pepsi temos duas grandes empresas que se movem em outros mercados como sucos, chás e bebidas não carbonatadas e mantém as vacas leiteiras (dá-lhe matriz BCG) bem guardadas e bem protegidas e agora teremos uma delas tentando fazer conteúdo com rapidez e pertinência e outra tentando nos convencer que é isso aí com uma máquina de felicidade.

Legal disso que movimentos dessa natureza têm uma pegada de repórter Esso e de outras iniciativas mais antigas onde a marca era responsável pela produção de conteúdo de qualidade para seus clientes e consumidores, tempos interessantes virão. Não sei se voltaremos ao Repórter Esso, mas tenho certeza que a divisão entre on e off, conteúdo e publicidade e promo e publicidade vão ser abaladas e irão alterar nossa atividade de forma importante.

http://adage.com/article/cmo-strategy/pop-star-pepsico-s-big-bet-content-includes-a-movie/304004/

Vale ler o link e ver a animação que ilustra esse post onde fala-se sobre mudanças no sistema de educação.

https://www.youtube.com/watch?v=zDZFcDGpL4U

Tempos interessantes virão e novos modelos de trabalho tendem a aparecer e mudar o mercado.

Marcelo Sembongi. Diretor de Planejamento e Professor Universitário.

UM CAMALEÃO CHAMADO RÁDIO

antique radioA Progresso, de Juazeiro do Norte, foi a primeira a pular do AM para o FM. Deixou de lado os 1.310 MHz e fincou bandeira nos 97,9 kHz. Comprou equipamento de ponta e reformou estúdio. O festejo da virada ocorreu em março.

A programação, não mudou. Toca Wesley Safadão, MC Guimê e Adele. Tem a hora da missa, a carta do ouvinte, o recadinho do coração. Fala de futebol, das notícias do cariri cearense, da previsão do tempo e, claro, da previsão dos astros. Enfim, uma rádio de verdade, que conhece e conversa com o Brasil real.

Fundada em 1967, a FM Progresso abriu a temporada de migrações. Na lista, 1.386 emissoras, de um total de 1.781 pelo Brasil afora. O processo será feito por etapas. Não é obrigatório. Quem optar vai tocar nas duas bandas durante cinco anos. O dial, em algumas cidades, terá de ser estendido para caber tanta novidade.

Novidade, aliás, é uma palavra que faz parte do dicionário deste resiliente e camaleônico veículo de comunicação (talvez o mais querido…). Do receptor de galena ao streaming, muitas ondas rolaram. E a sentença de morte – mesmo com a urucubaca – nunca veio. E agora, com uma nova fase iniciada na terra do combativo Padim Ciço, ninguém segura.

João Bonetto é radialista e jornalista, desde o tempo da cartucheira.

COMUNICAÇÃO EM TEMPOS DE BLÁ-BLÁ-BLÁ E MI-MI-MI.

aaeaaqaaaaaaaavsaaaajdc1n2ezyjqwltq1m2etngzins04mjg5lwy1ntmxogm0otzkzaNesses tempos de comunicação rápida onde perder tempo é perder resultado, as equipes que trabalham com projetos e ideias de comunicação precisam estar muito afinadas – como em nosso Blogonoff –  para falarem muito, mas decidirem mais ainda. Não existe tempo para grandes e longos debates ou reuniões e muito menos reclamações, desculpas ou culpas alheias. A ideia pode vir em um flash, brainstorm, insight, mas o grande valor está em cair em campo para executar. E o bom disso é que para isso acontecer o time todo tem que jogar e sem posição certa em campo. Se o atacante sentiu uma fisgada na perna, outro vai pra frente. Se o gol estiver aberto, todo mundo volta para fechar. Para o gol acontecer, a bola não pode parar. Então é importante esta visão estar na agência, no cliente e nos parceiros. Se puder, sempre que uma ideia tem que ser ágil pra ser eficiente, esqueça os whatsapp, emails e os inúmeros vai e volta. Fale com a pessoa certa em um diálogo e não monólogos bilaterais. As reuniões podem ser em pé e não na sala de reuniões mas sim nos departamentos. Se o seu diretor é centralizador, chame ele na conversa pra decidir na hora e não participar da mudança depois. Se o responsável do marketing não tem poder de decisão, tente convencer ele a vender a ideia para quem decide antes de ficar mudando o tamanho da marca ou cor do fundo. Os blá-blá-blá-bla só nos fazem perder tempo, energia e o pior de tudo, fazem muitas excelentes ideias morrerem na praia. E aí todo mundo fica no buá-buá-buá.

EDISON MARTINSSÓCIO DIRETOR DE CRIAÇÃO DA AGENCIA MARTPET COMUNICAÇÃO.

Dia 4 dezembro. Dia mundial da propaganda.

Neste Dia Mundial da Propaganda, o BLOGONOFF preparou este vídeo para valorizar a boa propaganda, mas de uma forma diferente. Fomos buscar na internet, a antítese da matéria, algumas barbaridades, curiosidades e mensagens de mau gosto, para provar que a boa propaganda – e não isso que vamos mostrar – é essencial para o sucesso de marcas e produtos onde a criatividade, ousadia responsável, pertinência e oportunidade sejam os seus ingredientes.